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 NOTÍCIAS DO XADREZ

 

 

Em Abril/2012:

I Torneio Integração Oeste de Minas

 

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A mesorregião do Oeste de Minas é uma das doze mesorregiões do estado brasileiro de Minas Gerais. É formada pela união de 44 municípios agrupados em cinco microrregiões. É uma região de IDH médio alto, com uma economia diversificada, destacando os municípios de Itaúna, Formiga e Divinópolis, e outros de importância regional como Arcos, Oliveira, Campo Belo, Nova Serrana e Piumhi.

 

Data: 22 de abril/2012

Inscrição: 1 litro de leite de caxinha

Gentileza confirmar participação até dia 20/04

Número de vagas: 80

Em breve folder oficial

 

Informações:

37- 9128-7679

 Após 21hs:

37-3242-6244 (recados)

 

Em breve folder oficial!

 

Envie sua sugestão e tire suas dúvidas:

cepex@itamaster.com.br

 

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Itaúna:

Circuito do Lance de Mestre 2012 do Cepex

 

Começa em Janeiro/2012 e termina em Dezembro/2012, o Circuito Interno de

Lance do Mestre da Associação CEPEX com a participação dos alunos do

Projeto Pontinhos de Cultura e alunos da Associação CEPEX. O Torneio do

Lance de Mestre premiará o participante que obtiver o maior número de pontos.

Em breve traremos mais informações sobre este evento.

 

Etapas:

Etapa 1 - 28 de Janeiro

Etapa 2 - 25 de Fevereiro

Etapa 3 - 31 de Março

Etapa 4 - 28 de Abril

Etapa 5 - 26 de Maio

Etapa 6 - 30 de Junho

Etapa 7 - 28 de Julho

Etapa 8 - 25 de Agosto

Etapa 9 - 29 de Setembro

Etapa 10-27 de Outubro

Etapa 11-24 de Novembro

 

Serão 11 etapas no sistema de Pontos corridos ao final o participante que

obtiver maior pontuação será agraciado com uma bicicleta de 16 marchas.

As inscrições de cada etapa será  1 kg de alimento não perecível que será

doado a uma Instituição de Itaúna através de sorteio.

 

 

Projeto desenvolvido na APAC de Itaúna/MG é destacado

pelo conceituado site internacional Chessbase

Chess classes for convicts in Brazil

 

02.11.2011 – It is an inspiring story: a chess trainer, Walter Ferreira

Jr., has been working with the inmates of a correctional facility in

Itaúna-MG, Brazil, where he has installed a library of chess books and the

students play with sets they have fashioned out of bottle caps. The

lessons are keenly followed, as is the lecture and simul of a visiting

master. The project is drawing international attention.

 

Matéria Completa:

http://www.chessbase.com/newsdetail.asp?newsid=7645

 

 

História

Bent Larsen

 

Jørgen Bent Larsen (Thisted, 4 de março de 1935 - Buenos Aires,

9 de setembro de 2010) foi um enxadrista dinamarquês e foi por vários

anos um os principais enxadristas europeus e um candidato constante,

embora pouco feliz, ao mundial.

 

Conheça mais sobre este GM do xadrez mundial:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bent_Larsen

 

Partidas de Bent Larsen:

http://www.chessgames.com/perl/chessplayer?pid=11227

 

 

Rating da FIDE

Giovani Vesconi é o 1º do Brasil

O GM Giovani Vescovi lidera na lista da FIDE o rating entre os  brasileiros.

Acesse a lista lista completa dos brasileiros na FIDE:

http://www.brasilbase.pro.br/rat100.htm

 

 

Aspectos sociais do xadrez

Herbert Carvalho

 

 

O xadrez é um esporte de elite. Como atividade cultural, sua teoria e prática estão monopolizadas pelas classes dominantes. As salas bem equipadas, os tabuleiros, as peças, os relógios, os quadros murais, os livros técnicos - quase todos importados e em idiomas estrangeiros - são acessíveis apenas aos que podem freqüentar os clubes mais ricos e as melhores escolas. As pessoas que se destacam neste jogo, os “mestres”, são considerados “gênios”, “super dotados” e até mesmo “extravagantes”. No Brasil, negros não jogam xadrez e nem sequer freqüentam as salas especializadas. Até há bem pouco tempo, eram também raríssimas as mulheres que se interessavam, em geral desestimuladas pelos preconceitos e pelo tabu da “genialidade”. Esta visão deturpada do jogo de xadrez, alimentada pela imprensa ao mitificar enxadristas como o brasileiro Mequinho e o norte-americano Bobby Fischer, acabou por se generalizar. E, ao ficarem evidentes os traços de paranóia na personalidade destes supostos gênios, chegou-se a gerar nos meios intelectuais uma interpretação totalmente diversa: todos os enxadristas seriam loucos ou imbecis. “O xadrez desenvolve um tipo de inteligência que só serve para jogar xadrez”, afirmou um humorista famoso. Assim, vemos que a controvérsia é grande. E se nos aprofundarmos, veremos que esta questão não é casual. Na verdade, o xadrez não é uma atividade humana difícil ou desimportante, tanto do ponto de vista cultural como esportivo. Qualquer pessoa, adulto ou criança, homem ou mulher, branco ou negro, culto ou analfabeto - até mesmo deficientes mentais, pode aprender a jogar em poucos minutos. Experiências de difusão do xadrez em escolas, penitenciárias, etc, comprovam a facilidade com que pessoas de "QI não muito brilhante" assimilam o jogo. E, com prática e estudo, podem dominar perfeitamente a técnica. Por outro lado, permanece a pergunta: Qual a importância de se saber jogar xadrez? O que o domínio desta técnica pode acrescentar ao indivíduo e ao corpo da sociedade? Aqui está o cerne do problema: pode acrescentar muito. O xadrez é um jogo que representa uma guerra. É um exercício vivo de estratégia e tática. É a teoria e a prática da luta e do confronto. Como se trava uma guerra? É sair por aí dando tiros aleatoriamente? Qual o momento do ataque? Quando empreender a retirada ou providenciar a defesa das posições conquistadas? Em qualquer luta, é necessário um estudo cuidadoso do inimigo e das circunstâncias para o confronto, da correlação de forças, das condições objetivas e subjetivas em cada momento. É preciso conhecer bem o campo de batalha e os exércitos e forças que nele atuam. É disto que trata o xadrez. Transmite a quem o pratica conscientemente as formas de organização de um plano estratégico e sua aplicação prática no desenrolar da batalha. Habitua o indivíduo a considerar as causas e efeitos de suas atitudes. A pensar nos riscos de seus atos, a ponderar as ameaças de seu adversário, na tentativa constante de antecipar o que pode acontecer a partir do lance seguinte. Um jogador de xadrez sabe que uma atitude precipitada conduz à derrota e que a passividade inerte também. Sabe que só se deve atacar em situação de vantagem. Sabe que é momento de se defender se a situação é ruim. Sabe, enfim, que apenas a consideração global de tudo o que acontece no tabuleiro pode levá-lo à vitória. Portanto, o xadrez auxilia o indivíduo a se preparar para a luta, aumenta seu poder de confronto, embora haja muitas pessoas que sabem lutar excepcionalmente sem nunca terem ouvido falar do jogo de xadrez. Lampião, analfabeto e ignorante, sobreviveu durante 23 anos no sertão do Brasil contra forças mais numerosas e melhor armadas, porque sua estratégia era correta: não combatia contra o povo, mas contra os exploradores e latifundiários. Certamente seria um grande enxadrista se as injustiças do meio social em que viveu não o tivessem lançado a uma batalha mais cruel e violenta: a luta desesperada pela sobrevivência e pela dignidade. Saber lutar Vimos que o xadrez ajuda a aprender e a lutar. E saber lutar é importante? Esta outra pergunta é bem mais fácil de responder e sua resposta elucida toda a polêmica em torno do assunto. Explica também porque um projeto que propunha o ensino do xadrez nas escolas estaduais de São Paulo, foi vetado pelo então governador Laudo Natel, sob a alegação de que "xadrez é jogo de comunistas". Explica porque as colunas de xadrez do jornal Opinião foram censuradas na época mais obscurantista da ditadura militar, porque um torneio de xadrez iniciado entre os aspirantes a oficial do CPOR de São Paulo foi misteriosamente interrompido e porque um enxadrista foi preso por estar jogando e ensinando xadrez em praça pública, num ato de solidariedade à greve dos metalúrgicos do ABC, em 1980. Não interessa às classes dominantes que o povo aprenda a lutar. O trabalhador trava uma luta diária, tanto individual como coletivamente. É constantemente atacado e aprende a se defender. Luta contra a carestia, contra o dono da casa de aluguel, contra a polícia e contra os bandidos que matam inocentes nos morros e na periferia. Luta contra a miséria, a ignorância, o preconceito, a fome, a doença e a exploração. E, não raras vezes, luta contra o próprio trabalhador, enganado por mentiras. Ataca e denuncia seu companheiro, por não conhecer a estratégia de luta de sua classe, cuja vitória só pode ser obtida por meio da mais sólida unidade. Não é por acaso que grandes lutadores das causas sociais foram também exímios enxadristas, como Vladimir Ilich Lênin, Ernesto Che Guevara, Fidel Castro ou o teatrólogo Samuel Beckett. Voltamos à afirmação inicial. O xadrez é hoje um jogo de elite. Os próprios enxadristas que o praticam, os mais destacados, com raras exceções, aceitam o esnobe título de "gênios". Sua conduta social e sua concepção do jogo são estritamente individualistas e egocêntricas. Querem vencer os adversários, esmagar o ego dos rivais, conservando para si os "segredos" técnicos que os levaram à vitória. Mequinho, quando descobria uma boa jogada, corria para fechar a porta, a fim de que "espiões russos" não se apoderassem de sua descoberta. É evidente que este tipo de conduta e de concepção do jogo, além de socialmente improdutivas, conduzem aos conhecidos casos de paranóia. Estes jogadores se esquecem que, mais importante do que dominar uma técnica, do que saber como fazer algo, é saber porque fazê-lo. E de nada adianta ser campeão de xadrez em um País onde a esmagadora maioria da população vive na mais absoluta miséria, onde todas as atividades culturais, esportivas e científicas estão circunscritas a uma minoria, que detém o total monopólio do conhecimento. Nada vale desfilar pelas ruas em carro aberto após a conquista do título de Grande Mestre, se numa esquina um mendigo pede esmola e na outra menores cometem assaltos. É preciso ser muito insensível para apenas ver um tabuleiro e peças de xadrez à sua frente quando, em volta, no gigantesco tabuleiro do País, os trabalhadores são humilhados ao questionarem seus direitos. A técnica de xadrez é uma arma, como todo o conhecimento, e assim deve ser usada. Quanto mais pessoas dominarem esta técnica e somarem este conhecimento à sua experiência geral de luta, mais difícil será aos detentores do poder manipular peões contra um adversário impotente. E assim, como uma arma, o xadrez deixará os clubes elegantes e passará a ter lugar nas ruas, nos bairros pobres, nas fábricas, nos campos e nas construções. Quando for um esporte popular, praticado pela massa do povo, seu progresso técnico será real e não artificial como hoje. E o campeão de xadrez não será louco, nem gênio, nem imbecil. Será apenas como um peão do próprio jogo de xadrez, que como resultado de um conjunto de esforços atinge o objetivo de se transformar em rainha. Será mais um trabalhador, como o operário ou o engenheiro, praticando uma atividade que reflete a realidade e que a modifica e transforma.

 

 

 Problema do cavalo

O caminho aberto do cavalo num tabuleiro de xadrez

 

 

A solução fechada do problema do cavalo encontrada por O Turco, uma máquina falsa de jogar xadrez.

 

O problema do cavalo, ou passeio do cavalo, é um problema matemático envolvendo o movimento da peça do cavalo no tabuleiro de xadrez. O cavalo é colocado no tabuleiro vazio e, seguindo as regras do jogo, precisa passar por todas as casas exatamente uma vez. Existem diversas soluções para o problema, dentre elas ( e são 26.534.728.821.064...) terminam numa casa da qual ele ataca a casa na qual iniciou o seu movimento.

 

Esses caminhos são chamados de fechados pois com mais um movimento o cavalo volta para a posição inicial, formando assim um ciclo. Quando o cavalo termina numa posição em que não é possível retornar à casa inicial o caminho é dito aberto. Uma determinada solução fechada pode ser realizada iniciando-se de qualquer casa do tabuleiro, o que não é o caso de uma solução aberta.

 

Durante séculos muitas variações desse problema foram estudadas por matemáticos, incluindo Euler que em 1759 foi o primeiro a estudar cientificamente esse problema. As variações do problema são:

 

1-tamanhos diferentes de tabuleiro

2-o número de jogadores

3-a maneira com que o cavalo se move.

 

O xadrez também se mostra muito interessante do ponto de vista matemático. Diversos problemas de natureza combinatória e topológica ligados ao xadrez, são conhecidos e foram estudados nas últimas centenas de anos. Em 1913, Ernst Zermelo utilizou estes estudos como a base de sua Teoria dos Jogos Estratégicos, que é considerada como uma das predecessoras da Teoria dos Jogos.

 

O desafio mais importante da matemática ligada ao xadrez foi o desenvolvimento de algoritmos que possibilitassem que uma máquina pudesse jogar xadrez. A ideia de criar tal máquina data do século XVIII. Por volta do ano de 1769, o automato xadrezistico conhecido como O Turco tornou-se famoso na Europa. Neste caso, o Turco era apenas uma fraude engenhosa e suas pretensas habilidades como exímio xadrezista eram proporcionadas por um anão, que escondido dentro de suas engrenagens, operava o braço mecânico do automato com perfeição.

 

Estima-se que o número de posições legais de peças sobre o tabuleiro de xadrez está situado entre as potências de 10 elevado a 43 e 10 elevado a 50 com uma árvore de complexidade de aproximadamente 10 elevado a 123. A árvore de complexidade do xadrez foi determinada pela primeira vez pelo matemático norte-americano Claude Shannon, uma grandeza hoje conhecida como o Número de Shannon. É possível ter-se uma ideia aproximada da grandeza deste número sabendo-se que, como comparação, o número de átomos no Universo é estimado em 10 elevado a 79, ou seja, o número de lances possíveis excede em muito o número de átomos presentes no universo conhecido.

 

Outros cálculos indicam que há 170 setilhões (1,7 × 10 elevado a 23) de maneiras de se fazer os dez primeiros movimentos numa partida de xadrez.

 

Impressionante na verdade!!!

 

 

Torneio da Holanda

 GM Hikaru Nakamura conquistou

o título de campeão

 

Um balaio de empates na última rodada, faz com que o GM norte-americano

Hikaru Nakamura conquiste o título de campeão com muita garra

e determinação. Ele ficou na frente dos três jogadores mais famosos

do presente momento: Anand, Carlsen e Aronian.

 

Veja todos os detalhes:

 

Visor:

http://www.tatasteelchess.com/tournament/games

 

Fotos:

http://www.tatasteelchess.com/tournament/gallery

 

Vídeo:

http://www.tatasteelchess.com/tournament/video

 

Ajedrez en Madrid:

http://www.ajedrezenmadrid.com

 

ChessBase:

http://www.chessbase.com

 

Twic:

http://www.chess.co.uk/twic/twic.html

 

 

Sucre:

Fernanda Rodrigues é bi-campeã

Sulamericana de xadrez 2010

 

Terminou o Campeonato Sulamericano. O encerramento foi recheado de confraternizações e muita alegria.

Com a participação de 8 países e 243 jogadores das categorias Sub 08  a Sub 18,

a cidade de Sucre vibrou com a  realização desse evento (jogadores, pais e técnicos).

 

Mais informações sobre o evento em Sucre acesse o blog da Bí-campeã:

http://fernandaxadrez.blogspot.com/2010/12/final-do-sulamericano-fernanda-bi.html

 

 

Rating da FIDE:

Anand é o número um

 

GM ANAND é o número 1 do rating da FIDE, confira a lista:

http://ratings.fide.com/top.phtml?list=men

 

Site Oficial do GM ANAND:

http://www.tnq.in/vishwa.html

 

 

Tel-aviv:

Israel derrota o I rã... no xadrez

 

 

Um grande mestre de xadrez israelense entrou para o livro dos recordes nesta sexta-feira com o maior número de partidas de xadrez simultâneas, superando a marca que pertencia a um cidadão do Irã, inimigo declarado de Israel.

 

Alik Gershon, 30 anos, venceu 86% das 523 partidas contra jogadores amadores na praça Yithzak Rabin de Tel Aviv, que tem o nome do primeiro-ministro assassinado por um extremista de direita em 4 de novembro de 1995 na cidade.

 

Ele precisava vencer pelo menos 80% das disputas para estabelecer o recorde, que tinha como marca anterior 500 partidas simultâneas. Gershon venceu 454 partidas, perdeu 11 e empatou 58.

 

O recorde, obtido após 19 horas de partidas simultâneas, foi anunciado à rádio militar por um representante do livro Guiness.

 

A marca anterior havia sido estabelecida pelo iraniano Morteza Mahjoob em agosto de 2009, após 18 horas de partidas simultâneas e com menos de cinco segundos para cada movimento de peça.

 

- Fonte: AFP/UOL Notícias.

 

 

Nova liga:

Jogo de Damas em Minas Gerais

Minas Gerais poderá ter o primeiro Centro de

Excelência de Jogo de Damas das Américas.

  

 

No curso de arbitragem de Lélio Sarcedo, realizado em Uberlândia, nos dias 9 e 10 de outubro, foi amplamente discutida a possibilidade da criação do primeiro Centro de Excelência de Jogo de Damas do Brasil e das Américas, ficando definido a cidade de Patos de Minas como o local que abrigaria esta importante iniciativa. Vale ressaltar que o município de Patos de Minas situado na região Alto Paranaíba vem se destacando não apenas no jogo de Damas, mas no Xadrez também.

 

A Liga de Damas e Xadrez do Alto Paranaíba vem realizando grandes torneios na cidade nos últimos anos vem se destacando no cenário enxadrístico do estado. O município já realizou em 2009 a Etapa Classificatória da SLX que se destacou pela participação de muitos enxadristas mineiros e neste ano realizou novamente a Etapa Classificatória da SLX.

 

O organizador Washington Miguel já confirmou que Patos será palco da Semifinal e Final Feminino da SLX 2010 e para 2011 muito mais juntamente com a SLX.

 

- Clique aqui e saiba mais

 

 

Patos de Minas:

“CAÍQUE RÊDA se destaca no JEMG 2010”

 

 

Cerca de 4200 atletas de 515 escolas das redes pública e privada de Minas Gerais, representando 170 municípios, incluindo Itaúna, participaram das competições da etapa estadual do ‘Minas Olímpica Jogos Escolares de Minas Gerais’ – JEMG 2010, que foi realizada nos dias 10 a 14 de agosto, em Patos de Minas.

 

Em 2010, o JEMG bateu o recorde de inscrições para a sua etapa inicial, com 667 municípios inscritos, o equivalente a 78,2% das cidades mineiras.

 

O 'Minas Olímpica Jogos Escolares de Minas Gerais' é o maior e o mais importante programa esportivo de Minas Gerais. É uma competição esportiva-educacional, da qual participam escolas com alunos do ensino fundamental e médio dos municípios mineiros. Os jogos acontecem em quatro etapas, em dois módulos. O módulo I é destinado a alunos de 12 a 14 anos e módulo II, a alunos de 15 a 17 anos. Da competição constam jogos de basquete, handebol, vôlei, futsal, atletismo, atletismo PPD, natação, judô, tênis de mesa, xadrez e peteca.

 

Caíque Melo Rêda, patrocinado pelo SESI, foi um dos representantes de Itaúna, na modalidade Xadrez. Desta vez, Caíque conquistou a medalha de vice-campeão em sua categoria e além da medalha, o nosso enxadrista itaunense, trouxe para a “Escola SESI, o troféu de Vice-Campeã Estadual”, na modalidade disputada por ele.

 

Agora, Caíque se prepara para o Festival Mineiro de Xadrez da Juventude Rápido, que será realizado no dia 21, próximo sábado, no SESI COMAR, em Belo Horizonte e também para o Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar, na cidade de Poços de Caldas entre os dias 10 a 12 de setembro.

 

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